REDE DE EDUCAÇÃO CONTEXTUALIZADA DO AGRESTE E SEMI-ÁRIDO
A RECASA tem seu princípio no ano de 1995 quando o Movimento Pró Desenvolvimento Comunitário - MPDC começa a desenvolver atividades sócio-educativas, com um olhar muito voltado especificamente para Educação Infantil, se aprofundando e disseminando a uma proposta de ensino considerada inovadora para época que era o Construtivismo. Este trabalho abrangia apenas os municípios de Igaci e Palmeira dos Índios que com escolas - piloto se tornaram referência aos olhos de poder público e demais organizações locais que aos poucos foram se apropriando deste novo jeito de fazer educação.
No decorrer dos anos o trabalho nunca parou, pelo contrário, o MPDC em parceria com outras instituições da Sociedade Civil, ONG´S e Poder público tomou uma dimensão cada vez maior e eficaz. Entre os anos 2000 e 2002 com o apoio do UNICEF é desenvolvido o Projeto Fazer Valer os Direitos das Crianças e Adolescentes em Alagoas, e com isso, é possível interagir com experiências muitos interessantes realizadas em outros estados através de instituições como o IRPPA e MOC da Bahia que trazem uma possibilidade de se dispor de uma proposta de Educação Contextualizada não mais de uma maneira informal, mas como Política Pública. Foi feito um trabalho intenso e compensador na área de formação continuada.
Em março de 2007 foi criado a RECASA como uma forma de fortalecer as ações já realizadas, unindo sociedade civil e poder público na luta por uma educação que considere as especificidades de cada comunidade e caminhe junto ao desenvolvimento sustentável local com qualidade de vida e valorização das potencialidades existentes.
No decorrer dos anos o trabalho nunca parou, pelo contrário, o MPDC em parceria com outras instituições da Sociedade Civil, ONG´S e Poder público tomou uma dimensão cada vez maior e eficaz. Entre os anos 2000 e 2002 com o apoio do UNICEF é desenvolvido o Projeto Fazer Valer os Direitos das Crianças e Adolescentes em Alagoas, e com isso, é possível interagir com experiências muitos interessantes realizadas em outros estados através de instituições como o IRPPA e MOC da Bahia que trazem uma possibilidade de se dispor de uma proposta de Educação Contextualizada não mais de uma maneira informal, mas como Política Pública. Foi feito um trabalho intenso e compensador na área de formação continuada.
Em março de 2007 foi criado a RECASA como uma forma de fortalecer as ações já realizadas, unindo sociedade civil e poder público na luta por uma educação que considere as especificidades de cada comunidade e caminhe junto ao desenvolvimento sustentável local com qualidade de vida e valorização das potencialidades existentes.
O QUE É A RECASA?
Fórum de Educação composto por representantes de Secretarias Municipais de Educação e Organizações da Sociedade Civil localizadas nas regiões do Agreste e Semi-árido Alagoano mais o Baixo São Francisco/SE.
Suas ações são voltadas para a implementações de propostas que fortaleça a educação para convivência e sustentabilidade local.
OBJETIVOS:
Fortalecer as ações coletivas de implantação da Proposta de educação para convivência com o semi-árido nos municípios abrangentes;
Desenvolver processo de formação continuada em educação contextualizada para os educadores envolvidos;
Mobilizar a sociedade em geral para tornar a proposta de educação para convivência com o semi-árido em política pública;
Buscar assessoria para elaboração dos PME´S com enfoque na Educação Contextualizada;
PRINCIPAIS ATIVIDADES DA REDE :
Reuniões mensais realizadas de forma itinerante nos municípios para planejamento e monitoramento das ações em andamento nos município;
Intercâmbio em Educação do Campo em Glória de Goitá/PE realizada pelo SERTA - Serviço de Tecnologias Alternativas;
Formação continuada para os educadores com temas focados na Educação para Convivência com o Semiárido;
MUNICÍPIOS PARTICIPANTES:
Craíbas;
Palmeira dos Índios;
Estrela de Alagoas;
Igaci;
Coité do Nóia ;
Arapiraca;
Limoeiro de Anadia;
Junqueiro;
Pão de Açúcar;
São José da Tapera;
Senador Rui Palmeira ;
Pilar ;
Inhapi;
Canapi;
Maravilha;
Ouro Brano;
Piranhas;
Dois Riachos;
Viçosa;
Quebrangulo;
Lagoa da Canoa;
Traipu;
Santana do Ipanema;
Minador do Negrão;
Cacimbinhas;
AVANÇOS:
Envolvimento e trabalho coletivo entre sociedade civil e poder público;
04 planos municipais de educação elaborados contemplando especificamente a educação do campo;
Aprovação de 01 projeto de educação do campo para o território do agreste alagoano pelo MDA;
Parcerias com instituições públicas e privadas;
25 municípios envolvidos;
DIFICULDADES:
Ausência de recursos financeiros;
rede estadual fragilizada em relação ao debate sobre educação contextualizada;
Centralização na articulação da rede.
EXPECTATIVAS PARA O FUTURO:
Planos Municipais de Educação elaborados e contemplando a Proposta de Educação Contextualizada;
Manter a rede articulada numa perspectiva de fortalecimento mútuo;
Proposta de Educação Contextualizada efetivada nas redes municipais de ensino os municípios do agreste e semi-árido;
Atuação e participação da rede nas instancias a nível nacional;
Formação continuada para os participantes da rede;
INSTITUIÇÕES PARCEIRAS :
AAGRA – Associação de Agricultores Alternativos/
ASA –Articulação Do Semi-Árido/
AMPLA – Associação de Moradores do Povoado Ladeirinhas – SE /
CIAT – Comissão de Implantação de Ações Territoriais do Agreste /
CACTUS – Centro de Apoio de Tapera em União a Senador/
FEPEC – Fórum Estadual Permanente de Educação Do Campo/
NUDEC – núcleo de Desenvolvimento Comunitário/
PROER – Programa de Educação Rural/
RESAB – Rede de Educadores do Semi-Árido Brasileiro/
SECRETÁRIAS DE EDUCAÇÃO /
VISÃO MUNDIAL/
UNICEF /
UFAL
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